Do dia 23/08/10 até 05/09/10 todas as camisetas femininas disponíveis no estoque estarão em liquidação! Isso mesmo, agora vocês vão poder matar toda a vontade de ter uma (ou um monte) VIRÁ!
Nascido em Itabuna-BA, desde cedo Hélvio sempre mostrou afinidade com a música. Ao se mudar para Brasília, durante a adolescência, montou uma banda chamada Drakma, na qual começou a esboçar seu talento para compor, tocar e cantar.
Mais tarde integrou o ministério FreakZ Louvor Jovem, onde além de compor, também tocava contra-baixo. No começo do ano de 2009, montou uma banda de rock alternativo chamada Diário de Pulso.
Com o amadurecimento musical e atendendo ao chamado de Deus, em julho de 2009 começou sua carreira solo com as gravações do cd “Por Aí”, no qual apresenta algumas de suas composições e a proposta do seu ministério, que é de sair pelo mundo cantando, pregando e compartilhando a mensagem graciosa do evangelho.
Hélvio Sodré possui um estilo próprio e marcante em suas composições.
Com seu rock alternativo, ele se destaca pela originalidade tanto nas linhas melódicas, quanto em suas letras, que tratam das mais diversas coisas da vida sob o viés da Palavra, com a proposta de produzir arte cristã relevante.
Resolvemos começar esse post com a ilustração que em breve será mais uma estampa da Virá. Alias, nada mais oportuno do que falarmos de “Tempo”
Deus tem sido bom conosco, proporcionando ótimas oportunidades e grandes parcerias. Embora na nossa fragilidade humana achássemos que estavam demorando, ocorreram todas no seu devido tempo.
A primeira novidade é a produção da estampa “Tempo” pela designer/ilustradora @BrunaLepih e a parceria com a PINPE que pertence a mesma.
Somos muito gratos a Deus por todo esse crescimento e cremos que essa é a hora certa de começarmos a colher juntamente com todos que diariamente investem suas vidas semeando a Palavra.
Palavrantiga recebe nova identidade pela agência Imaginar. A banda que tem o estilo hope rock e vem se destacando pelo som ímpar, recebe agora um novo conceito visual.
A marca passa a ser mais clean e recebe duas chaves. Com a palavra, o líder da banda Marcos Almeida:
{palavrantiga} Os participantes dessa ‘operação do amor’ estão entre duas chaves, a da herança (passado) e a chave que permite abrir a porta do hoje(contemporâneo).
Segundo o Aurélio, Chave é:
- Símbolo que se utiliza para agrupar os participantes de uma operação { }, equivalente ao parêntese.
Viva os caminhos da criatividade que nasce Nele!
A primeira peça é o poster que divulga o primeiro CD, com a nova logo aplicada e uma foto da banda, que passa a ser vista no cenário musical com um novo estilo, em breve, clicado por Marcus Castro.
Eis a nossa mais nova estampa, intitulada provisoriamente de “Fé”.
Apesar de ainda não estar completamente finalizada, resolvemos liberar esse “preview” para abrir o trabalho a sugestões e matar a curiosidade de todos que sempre ficam cheios de expectativa a cada nova estampa.
Lançamento previsto para segunda quinzena de maio.
“Eu estou depressivo…sem telefone…dinheiro para o aluguel…dinheiro para o sustento das crianças…dinheiro para as dividas…dinheiro! Eu estou sendo perseguido pela viva memória de matanças, cadaveres, cólera e dor…pelas crianças famintas ou feridas…pelos homens loucos com o dedo no gatilho, mesmo policiais, executivos assassinos…”
Trecho da carta de despedida de Kevin Carter
“Um homem ajustando suas lentes para tirar o melhor enquadramento do sofrimento dela talvez tambem seja um predador, outro urubu na cena”, comentou sobre a própria obra o fotográfo sul-africano Kevin Carter (1960-1994). A polêmica foto acima foi tirada em março de 1993, numa viagem ao sudeste do Sudão. Carter chegou com a intenção de documentar os movimentos rebeldes do país, mas o horror da fome e da miséria acabaram conduzindo seu trabalho.
Numa dessas expedições, Carter encontrou a criança da foto rastejando faminta até um campo de alimentação da ONU, a aproximadamente um quilomêtro do local. O fotográfo observou a garota, e percebeu um urubu a espreita. Carter diz ter aguardado até vinte minutos, esperando que o pássaro se retirasse. Como o urubu não saiu, ele procurou o melhor enquadramento, tirou a foto e açoitou o predador. Depois, partiu dali abandonando a criança da maneira que a encontrou.
A foto foi publicada pela primeira no TheNew York Times, em 26 de março de 1993. Imediatamente, a reação popular se manifestou. Cartas e telefonemas inundaram a redação do jornal americano, questionando o paradeiro da criança (até hoje desconhecido) e o comportamento do fotográfo após conseguir a imagem. A situação era, no mínimo, paradoxal.
Se para grande parte do público o fotojornalista foi desumano, sádico e frio, por não intervir no sofrimento da criança, para a crítica especializada Kevin Carter merecia todos os cumprimentos pelo profissionalismo e objetividade. Ganhou o Prêmio Pulitzer por Fotografia, em 23 de maio de 1994, o mais importante prêmio jornalístico do mundo, ao mesmo tempo que sofria pressão popular e pessoal pela sua foto mais famosa. “Essa foi a minha foto de maior sucesso, depois de dez anos como fotográfo, mas não quero pendurá-la na parede. Eu a odeio”, declarou em entrevista a revista American Photo.
Após a foto que o tornara conhecido mundialmente, o fotográfo começara a abusar exageradamente das drogas, e vivia reclamando da falta de dinheiro, da depressão e da enorme culpa. Enfim, no dia 27 de julho, dois meses depois do auge profissional com o Prêmio Pulitzer, Carter dirigiu até perto de um rio onde brincava quando era criança, amarrou uma mangueira de jardim no cano de descarga de sua picape, inseriu a outra extremidade na cabine do motorista, trancou-se, ligou o motor e começou a escrever uma carta de despedida, enquanto era asfixiado pela inalação de monóxido de carbono. “Eu estou realmente arrependido. O sofrimento da vida é tão grande que a alegria já não existe mais”, escreveu em um bilhete encontrado no banco traseiro.
Faz um tempo que ouvi essa história e confesso que levei aproximadamente um ano para me dar conta do quão corriqueiro e próximos estamos dessa situação.
Quantas vezes o nosso olhar se comporta como o do fotografo e se restringe à uma analise “meramente profissional” da vida de quem se apresenta a nós gritando, muitas vezes de forma silenciosa, por ajuda.
A reflexão é se vamos de fato sair da inércia espirtual e manifestar de forma eficaz tudo o que Cristo confiou a nós.
Diariamente vamos ver pessoas tão fragilizadas e vulneraveis quanto essa criança da foto, cercadas por inúmeros urubus a fim de tirar-lhes a vida… cabe a nós deixarmos nossos equipamentos de lado e investir vida e a esperança de Cristo em cada uma delas.
A consciência é lembrada ultimamente apenas quando se trata do meio ambiente, sexo seguro e bebidas alcoólicas. É associada pela filosofia ao “social” . E há muito deixou de ser um meio no qual o ser humano é guiado pelo próprio Deus. Digo o ser humano, pois creio piamente que Todos os homens a possuem como um link, uma antena que capta os sinais que Deus espalha na humanidade pra ser conhecido.
Os últimos acontecimentos, mudanças no comportamento, vestuário, valores e até mesmo orientação sexual, revelam a crise de consciência que a humanidade vive. Se prestarmos atenção ao jornal, aos pequenos comentários que muitas vezes se tornam parciais, de alguns jornalistas, tudo que está por trás de alguns programas de televisão, se formos mais criteriosos em buscar discernir os meios que a mídia traça pra alcançar certos fins disfarçados como “avanços” da sociedade, podemos todos chegar a um denominador comum.
Consciência frágil, insensível a Deus. Identidade indefinida.
Dou destaque a essas palavras, pois expressam uma verdade que foi pré-anunciada. Através da consciência somos revelados do que devemos ou não devemos fazer. Podemos atender a consciência, ou negá-la. As mentiras se tornam verdade quando sujeitamos nossa consciência a elas. Por essa causa, a fé hoje, está naufragada na vida de muitos. A fé se torna motivo de estudo dos cientistas.
Nossa consciência nos acusa? É muito mais fácil negá-la. Torná-la mentirosa e repressiva. Mas a verdade não muda: Deus se revela através da consciência que plantou em nós.
“Estes mostram a norma da lei gravada no seu coração, testemunhando-lhes também a consciência e os seus pensamentos, mutuamente acusando-se ou defendendo-se, no dia em que Deus, por meio de Cristo Jesus, julgar os segredos dos homens, de conformidade com o meu evangelho.”
Romanos 2:15-16
Há quem chame a consciência de “A voz universal de Deus”, a mesma que se manifestou no dia em que Jesus foi batizado, dizendo: “Este é o meu filho amado, em quem me comprazo.” (Mt3:17)
“Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-lhes o coração insensato.”
Romanos 1: 20-21
Vivemos dias de muito conhecimento, mas de raciocínios nulos, corações obscurecidos e insensatos.